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03-16-2006, 05:05 PM
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#1 (permalink)
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Read!!
I thought of dying
gazing into the black, seductive ice water
so glassy and so tranquil
I thought of dying
but in my place
Death's bony embrace
clutched listless children
gnawed by hunger;
prisoners on death row
detritus of their own childhoods;
poor shepherds grazing blunt-toothed animals
on landmined hillsides
I thought of dying,
to throw myself away
so much landfill
If it's no use to me
I could give it
I can holler with my lungs
at injustice
join hands in protest
at brutality
I realized that I had long been dead
but I could choose instead
to reawake
and be alive for them
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03-16-2006, 05:11 PM
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#2 (permalink)
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I am not yours, not lost in you,
Not lost, although I long to be
Lost as a candle lit at noon,
Lost as a snowflake in the sea.
You love me, and I find you still
A spirit beautiful and bright,
Yet I am I, who long to be
Lost as a light is lost in light.
Oh plunge me deep in love -- put out
My senses, leave me deaf and blind,
Swept by the tempest of your love,
A taper in a rushing wind.
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03-16-2006, 05:17 PM
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#3 (permalink)
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Whoa!!!!!!!!!!!!!!
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03-16-2006, 05:18 PM
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#4 (permalink)
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im bored but HEY KRISTIN!!!
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03-16-2006, 06:09 PM
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#5 (permalink)
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my poem
Me chamo Roberto e um dos meus maiores prazeres é velejar. Certa vez
convidei Carlos, um amigo de infância, a dar umas voltas e ele aceitou.
Saímos cerca de 9 hora da manhã, no meu próprio barco. Velejamos cerca de 2
horas, mas, sem perceber, nos afastamos demais da margem e mal víamos a
praia de onde saímos. Naquele dia o mar estava excepcionalmente revolto, o
que tornaria a volta difícil. Já não víamos nada além de água por todos os
lados e eu esquecera a minha bússola. Estávamos perdidos. Passamos algum
tempo pensando no que fazer quando ao longe avistamos uma ilha. Nossas
provisões já haviam se acabado, então, aproveitando que o mar estava um
pouco mais calmo, fomos em direção a ela. Lá chegando atracamos o barco e
resolvemos adentrar a mata e procurar o que comer. Após alguns minutos de
caminhada encontramos algo que nos deixou boquiabertos. Havia ali uma
espécie de aldeia indígena, com várias cabanas e bastante movimento, porém,
com dois detalhes que a diferenciavam de uma tribo qualquer: um deles é que
ela era toda composta por mulheres. Mulheres de todos os tipos e etnias,
brancas, negras, loiras, ruivas, etc. A segunda e mais impressionante
particularidade era que todas elas eram enormes, com corpos extremamente
musculosos, que poderiam esmagar-nos com um só braço. Ainda estávamos
pasmos de admiração quando sentimos que nos agarravam por trás. Uma delas
havia nos visto e, sem que percebecemos, se aproximou, nos ergueu sem
demonstrar o menor esforço (eu e Carlos juntos devíamos pesar em torno de
170 kgs), e estava nos carregando aldeia adentro. Começamos a nos debater
para que nos largasse, ao que ela respondeu com um leve aperto que parecia
que ia quebrar nossos ossos. Decidimos, pelo nosso bem, esperar e ver onde
ela nos levava. Em pouco tempo chegamos a presença de uma mulher que
parecia ser a líder da aldeia. Era morena, tinha olhos castanhos e era
maior e mais forte que todas as outras (se é que isso era possível). Ela
nos explicou que naquela ilha os homens serviam
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03-16-2006, 06:10 PM
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#6 (permalink)
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AWW YEA DAT REALLY GOOD 
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03-18-2006, 10:20 PM
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#7 (permalink)
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Quote:
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Originally Posted by Pillangóúszás
my poem
Me chamo Roberto e um dos meus maiores prazeres é velejar. Certa vez
convidei Carlos, um amigo de infância, a dar umas voltas e ele aceitou.
Saímos cerca de 9 hora da manhã, no meu próprio barco. Velejamos cerca de 2
horas, mas, sem perceber, nos afastamos demais da margem e mal víamos a
praia de onde saímos. Naquele dia o mar estava excepcionalmente revolto, o
que tornaria a volta difícil. Já não víamos nada além de água por todos os
lados e eu esquecera a minha bússola. Estávamos perdidos. Passamos algum
tempo pensando no que fazer quando ao longe avistamos uma ilha. Nossas
provisões já haviam se acabado, então, aproveitando que o mar estava um
pouco mais calmo, fomos em direção a ela. Lá chegando atracamos o barco e
resolvemos adentrar a mata e procurar o que comer. Após alguns minutos de
caminhada encontramos algo que nos deixou boquiabertos. Havia ali uma
espécie de aldeia indígena, com várias cabanas e bastante movimento, porém,
com dois detalhes que a diferenciavam de uma tribo qualquer: um deles é que
ela era toda composta por mulheres. Mulheres de todos os tipos e etnias,
brancas, negras, loiras, ruivas, etc. A segunda e mais impressionante
particularidade era que todas elas eram enormes, com corpos extremamente
musculosos, que poderiam esmagar-nos com um só braço. Ainda estávamos
pasmos de admiração quando sentimos que nos agarravam por trás. Uma delas
havia nos visto e, sem que percebecemos, se aproximou, nos ergueu sem
demonstrar o menor esforço (eu e Carlos juntos devíamos pesar em torno de
170 kgs), e estava nos carregando aldeia adentro. Começamos a nos debater
para que nos largasse, ao que ela respondeu com um leve aperto que parecia
que ia quebrar nossos ossos. Decidimos, pelo nosso bem, esperar e ver onde
ela nos levava. Em pouco tempo chegamos a presença de uma mulher que
parecia ser a líder da aldeia. Era morena, tinha olhos castanhos e era
maior e mais forte que todas as outras (se é que isso era possível). Ela
nos explicou que naquela ilha os homens serviam
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